segunda-feira, 13 de julho de 2015

Medidas de proteção coletiva na Asma Ocupacional

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A asma é uma doença crônica que afeta as vias respiratórias e o pulmão. Segundo Pesquisa Nacional de Saúde (PNS) do Ministério da Saúde e Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), ela atinge cerca de 6,4 milhões de brasileiros acima de 18 anos.

O objetivo principal na asma ocupacional é a prevenção. Higiene ambiental tal como melhor ventilação ou  processos de isolamento podem contribuir para melhoria ambiental. Uma vez que se determine a causa,  o essencial é evitar futuras exposições do trabalhador ao agente causal (alergeno). O ideal é minimizar até eliminar a contaminação do local de trabalho, através da adoção de medidas de proteção coletiva.

Quando as medidas de proteção coletiva não são viáveis, ou enquanto estão sendo implantadas, devem ser usadas os protetores respiratórios (respiradores). O uso de equipamentos de proteção individual é importante e tem seu emprego em alguns casos. A educação do trabalhador sobre os efeitos na saúde, acerca da exposição no ambiente de trabalho e como minimizá-los têm grande importância também.

Protetores respiratórios (respiradores)

Os protetores respiratórios podem ser classificados em dois tipos básicos:

aparelhos purificadores (máscara a filtro): estrutura facial dotada de um ou mais filtros específicos para poeiras ou substâncias químicas, e

aparelhos de isolamento: usados em ambientes pobres em oxigênio (teor menor que 18% de volume) ou em ambientes contaminados a altas concentrações. Podem ser autônomos (cilindros de ar ou oxigênio) ou de adução de ar (bomba manual ou motorizada).

 Medidas de proteção coletiva: exemplos

              - substituição de matérias primas patogênicas por outras menos tóxicas,
              - enclausuramento total ou parcial do processo;
              - exaustão localizada ou geral;
              - ventilação local ou geral e,
              - umidificação do ambiente com lavagem constante do piso.

sexta-feira, 22 de maio de 2015

Não deixe o meio externo piorar a Asma Brônquica

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A asma é uma inflamação alérgica das vias aéreas, que leva a um inchaço dos canais dos brônquios que conduzem o ar aos pulmões, estreitando essas vias e levando, consequentemente, a sintomas como falta de ar, sensação de chiado no peito, normalmente desencadeadas por agentes inalantes com os quais a pessoa afetada é alérgica

Esta doença não tem cura. Traduz-se na inflamação crónica das vias aéreas. Normalmente, as crises surgem mais ao final do dia.

Como não é uma doença hereditária, a asma é mais frequente em crianças que têm casos de doenças respiratórias na família. Problemas relacionados com o excesso de peso também estão associados à doença. Em casos extremos, nos quais a doença não é minimamente controlada ou o doente não cumpre o tratamento indicado, a asma pode resultar na morte.

A asma não tem cura, mas você pode prevenir as crises. Primeiro, cuidando do seu meio ambiente. A sua residência, o seu quarto tem que ser higienizado. E o melhor elemento para higienizar é a luz solar. Os lugares onde você vive deve ser clareado para matar esses microrganismos.

Depois remover as poeiras domésticas, remover o mofo, evitar bichos de pelúcia, pelos de animais domésticos, principalmente agora que temos a tendência de toda família ter seu bicho de estimação, excrementos de barata, morcego, pardais. Tudo isso são causas que desencadeiam as crises.

Outra forma é controlar com medicamentos, que são eficazes e de pouco efeito colateral. A vacinação contra a gripe, que se iniciou, é fundamental, porque o estado gripal é um dos fatores desencadeantes da asma.

Deu para perceber o quando o meio externo pode influencia a gravidade/aparecimento da asma, né?

Então vamos nos cuidar?



 

quarta-feira, 29 de abril de 2015

Cura da asma poderá chegar em cinco anos, de acordo com estudo


Cientistas britânicos e norte-americanos anunciaram, esta semana, ter descoberto a potencial causa da asma e outras doenças respiratórias, como a bronquite crônica e a doença pulmonar obstrutiva crônica.
 
Um estudo publicado nesta quarta-feira na revista científica Science Translation Medicine, mostra que a origem da doença estaria associada ao papel desempenhado pelo receptor sensível ao cálcio extracelular (CaSR, na sigla em inglês), cuja ativação provoca os sintomas que levam à dificuldade dos pacientes em respirar.
 
A pesquisa feita por pesquisadores da Universidade de Cardiff, no País de Gales - em colaboração com o King's College London, em Inglaterra, e a Mayo Clinic, nos EUA - mostra a eficácia dos medicamentos chamados calcilíticos.
 
Embora tenham sido desenvolvidos, há cerca de 15 anos, para tratar a osteoporose (mas não foram eficazes), estes compostos são considerados clinicamente seguros e bem tolerados pelos doentes asmáticos e que a sua aprovação pelas autoridades responsáveis pode ser mais rápida do que o habitual.
 
"As nossas descobertas são incrivelmente entusiasmantes. Pela primeira vez, encontramos uma associação entre a inflamação das vias respiratórias, que pode ser causada por gatilhos ambientais como os alergenos, o fumo do tabaco, ou os gases emitidos pelos automóveis, e os espasmos que acontecem na asma alérgica", explica a principal autora do estudo, Daniela Riccardi, investigadora da Faculdade de Biociências da Universidade de Cardiff.

"Com o uso de calcilíticos administrados diretamente nos pulmões através de nebulizadores, provamos que é possível desativar este receptor e prevenir todos os sintomas", garante a cientista.

5 anos
Ela acredita que estes resultados podem significar que, em poucos anos, a cura para a asma poderá ser uma realidade. 

"Se conseguirmos provar que os calcilíticos são seguros quando administrados diretamente nos pulmões em humanos, dentro de 5 anos poderemos estar em posição de tratar pacientes e, potencialmente, de evitar, de início, o desenvolvimento da asma", antevê Riccardi.
 
A asma afeta cerca de 300 milhões de pessoas em todo o mundo.
 
Apesar de ser bem controlada na maior parte dos pacientes, 1 em cada 12 doentes apresenta resposta pobre ao tratamento.

Leia o estudo em inglês aqui.

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