terça-feira, 11 de agosto de 2015

7 dicas para evitar crises de Asma no inverno


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Para algumas pessoas, o inverno é a estação de intermináveis espirros, noites mal dormidas, congestão nasal insuportável e até crises de falta de ar. Se sofrer de asma, é, com certeza, a estação do ano menos querida.

Conheça algumas atitudes simples que podem melhorar a qualidade de vida de quem tem problemas respiratórios, como a Asma:

Limpe a casa

Um dos principais desencadeadores das alergias são os ácaros, presentes no pó domiciliar. Por isso, a higienização de cada cômodo é fundamental para evitar crises alérgicas e de asma (bronquite), que nada mais são do que uma alergia crônica e aguda.

Limpar, entretanto, não significa apenas passar um pano nos móveis e varrer o chão. Cortinas, tapetes, sofás e ar-condicionado também precisam fazer parte da faxina. Só cuidado com o exagero. Produtos com alto poder de limpeza, que são, em geral, os que têm odor extremamente forte, podem irritar o sistema respiratório do alérgico.

Cuide do pet

Se o contato com animais não te faz bem, seria aconselhável, no mínimo, não tê-los na sua própria casa. Mas, se isso está fora de cogitação, pelo menos não deixe que ele entre ou durma no seu quarto. Outra medida importante é dar banho no animal pelo menos uma vez a cada duas semanas.

O  local em que o pet permanece a maior parte do tempo seja limpo toda semana, afinal, de nada adianta deixá-lo limpinho se o seu espaço continua sujo.

Prepare a cama

Para muitos alérgicos, a hora de dormir é mais estressante do que relaxante. Espirros ininterruptos, coriza e falta de ar são apenas algumas das sensações características desse momento. Para evitar esses e outros desconfortos, algumas mudanças devem ser feitas.

Alérgicos devem dar preferência ao edredon ao invés do cobertor, que solta pêlos. Além disso, é recomendado o uso de capas antiácaros em seu colchão e travesseiro que, juntamente com as cobertas, devem ser lavados regularmente.

Consulte seu médico

É comum alérgicos e portadores da asma terem recaídas no inverno, devido às condições climáticas. Isso não quer dizer que você deve se resignar e sofrer toda vez que uma estação mais fria chega. Assim, é fundamental marcar uma consulta com um alergista para que seu problema seja diagnosticado e tratado corretamente.

Tome a vacina contra a gripe

Tomar a vacina contra gripe não evita resfriados comuns, mas afasta aquelas gripes mais fortes. Quem já tem problemas respiratórios crônicos, portanto, deve tomar a vacina para não colocar ainda mais obstáculos contra o bom funcionamento de seu aparelho respiratório.

A vacina é indicada para todas as pessoas, mas especialmente para alérgicos, portadores da asma, pessoas de mais idade e grávidas, uma vez que ela também protege o recém nascido. Vale lembrar, inclusive, que a vacina contra a gripe também protege contra o tão temido vírus H1N1, causador da doença que ficou conhecida como gripe suína.

Agasalhe-se

É normal que, ao passar de um ambiente fechado para um externo, com ar frio, o alérgico logo apresente reações do sistema respiratório, como espirros e inchaço nasal. O choque térmico inevitavelmente interfere em seu aparelho respiratório, fazendo com que o seu sistema imunológico ofereça uma resposta exagerada a esse estímulo.

Por isso, o ideal é sempre sair de casa bem agasalhado e com um cachecol ou lenço cobrindo o nariz para que o ar gelado não entre em contato direto com ele.

Apague o cigarro

Cigarro é prejudicial para todas as pessoas, mas para o alérgico ele pode ser ainda mais destrutivo. O fumo favorece a evolução de alergias respiratórias e asma. A peculiaridade do inverno em relação ao seu uso é o fato de a estação tornar ainda mais evidente essa piora, uma vez que a estação costuma ser caracterizada pelo ar seco e pela poluição concentrada.
 

quarta-feira, 5 de agosto de 2015

Praticar exercícios ajuda a reduzir as crises asmáticas

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Ao contrário do que se imaginava, a prática de exercícios físicos faz bem para pessoas asmáticas.

Pacientes com a doença geralmente recebiam orientação médica para não se exercitar por causa do risco de fechamento das vias áreas. Mas agora um estudo da Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo revela que os sintomas da asma diminuem em até 70% quando a pessoa pratica exercícios aeróbicos.

O coordenador da pesquisa, o fisioterapeuta Celso Carvalho, afirma que o asmático pode sim dançar, andar de bicicleta, caminhar, enfim, se mexer da forma que achar melhor. No estudo, os pesquisadores da USP avaliaram a reação de 58 asmáticos, divididos entre os que se exercitavam por 35 minutos em esteira, duas vezes por semana, e um grupo sedentário.

Eles analisaram a situação em que o doente tem as vias aéreas irritadas por ácaro, pó, poeira, durante três meses. Concluíram que era necessária uma quantidade maior desses alérgenos para a via aérea fechar e que a inflamação, e muito, entre os asmáticos que praticaram exercícios.

segunda-feira, 13 de julho de 2015

Medidas de proteção coletiva na Asma Ocupacional

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A asma é uma doença crônica que afeta as vias respiratórias e o pulmão. Segundo Pesquisa Nacional de Saúde (PNS) do Ministério da Saúde e Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), ela atinge cerca de 6,4 milhões de brasileiros acima de 18 anos.

O objetivo principal na asma ocupacional é a prevenção. Higiene ambiental tal como melhor ventilação ou  processos de isolamento podem contribuir para melhoria ambiental. Uma vez que se determine a causa,  o essencial é evitar futuras exposições do trabalhador ao agente causal (alergeno). O ideal é minimizar até eliminar a contaminação do local de trabalho, através da adoção de medidas de proteção coletiva.

Quando as medidas de proteção coletiva não são viáveis, ou enquanto estão sendo implantadas, devem ser usadas os protetores respiratórios (respiradores). O uso de equipamentos de proteção individual é importante e tem seu emprego em alguns casos. A educação do trabalhador sobre os efeitos na saúde, acerca da exposição no ambiente de trabalho e como minimizá-los têm grande importância também.

Protetores respiratórios (respiradores)

Os protetores respiratórios podem ser classificados em dois tipos básicos:

aparelhos purificadores (máscara a filtro): estrutura facial dotada de um ou mais filtros específicos para poeiras ou substâncias químicas, e

aparelhos de isolamento: usados em ambientes pobres em oxigênio (teor menor que 18% de volume) ou em ambientes contaminados a altas concentrações. Podem ser autônomos (cilindros de ar ou oxigênio) ou de adução de ar (bomba manual ou motorizada).

 Medidas de proteção coletiva: exemplos

              - substituição de matérias primas patogênicas por outras menos tóxicas,
              - enclausuramento total ou parcial do processo;
              - exaustão localizada ou geral;
              - ventilação local ou geral e,
              - umidificação do ambiente com lavagem constante do piso.

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