terça-feira, 24 de fevereiro de 2015

Perguntas para o diagnóstico clínico de asma


O diagnóstico da asma deve ser baseado em condições clínicas e funcionais.

Diagnóstico clínico 1(D)

• um ou mais dos seguintes sintomas: dispnéia, tosse crônica, sibilância, aperto no peito ou desconforto torácico, particularmente à noite ou nas primeiras horas da manhã;

• sintomas episódicos;

• melhora espontânea ou pelo uso de medicações específicas para asma (broncodilatadores, antiinflamatórios esteróides);

• diagnósticos alternativos excluídos.


Perguntas que devem ser feitas aos pacientes (ou pais) para o diagnóstico clínico de asma:

• tem ou teve episódios recorrentes de falta de ar?

• teve alguma crise ou episódios recorrentes de sibilância?

• tem tosse persistente, particularmente à noite ou ao acordar?

• acorda por tosse ou falta de ar?

• tem tosse, sibilância, aperto no peito após atividade física?

• apresenta tosse, sibilância ou desenvolve aperto no peito após exposição a alergênios como mofo, poeira de casa e animais ou irritantes como fumaça de cigarros e perfumes, ou após resfriados ou alterações emocionais como risada ou choro?

• usa alguma medicação quando os sintomas ocorrem? Com que freqüência?

• os sintomas são aliviados quando a medicação é usada?

segunda-feira, 9 de fevereiro de 2015

Tratamento não-medicamentoso da asma

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Em relação aos fatores não-medicamentosos e profiláticos, referentes ao controle ambiental, ressalta-se a importância de medidas restritivas como a retirada de carpetes, tapetes, cortinas, almofadas, bichos de pelúcia; evitar varrer a casa, passando, portanto, um pano úmido no chão; evitar produtos com cheiro (odor) forte; limpar constantemente a poeira dos móveis, também com pano úmido; evitar a presença de animais – cachorros e gatos, principalmente – em ambiente domiciliar, evitar inalar a fumaça do cigarro, aqui se inclui evitar fumar próximo de pessoas asmáticas.

Preconiza-se uma abordagem equipe multidisciplinar, realizada por médicos, nutricionistas, fisioterapeutas e outros profissionais. O papel do fisioterapeuta consiste na avaliação e prescrição de exercícios respiratórios para fortalecimento da musculatura, cujos objetivos são a melhora da ventilação, auxiliar no relaxamento dos músculos respiratórios, higienização das vias aéreas, melhorar a qualidade de vida do paciente. Os principais exercícios respiratórios são manobras de desobstrução brônquica, drenagem postural e inalações, com estímulo de tosse se necessário, alongamentos, exercícios aeróbicos, exercícios respiratórios reexpansivos, acompanhamento da evolução do fluxo respiratório.

Em alguns casos, o fisioterapeuta poderá lançar mão do oxímetro, realizar exercícios de higiene brônquica, aspiração de secreção brônquica (catarro). Poderá ser indicado, ainda, incentivadores respiratórios, respiradores mecânicos não-invasivos. Pensando na visão do indivíduo como um todo, e não apenas como um pulmão ou um paciente asmático, prescreve-se exercícios posturais para relaxamento, mobilidade, alongamento e fortalecimento tanto para corrigir deformidades torácicas e posturais, quanto para a prevenção destes.

Não fique de bobeira, aos primeiros sinais, procure orientação médica e siga todas as instruções por ele fornecidas.

Veja mais aqui

quinta-feira, 22 de janeiro de 2015

Saiba ajudar uma pessoa com crise de Asma


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A asma é uma condição que, na hora do socorro pode assustar muita gente que não esta acostumada a lidar com a crise. Na maioria dos pacientes a crise de asma é causada por uma infecção respiratória causada por um vírus.

Outras causas da crise de asma são a exposição a como poeira, mofo, cheiros fortes e medicamentos. É muito importante evitar crises, uma vez que, se forem frequentes, elas levam à perda de capacidade pulmonar

É difícil uma crise de asma chegar a parar de bater o coraçã, mas pode acontecer. Caso a vítima deixe de respirar, ou o coração deixe de bater, é recomendado que se inicie massagem cardíaca até que a ajuda médica chegue. Para que não chegue a esse extremo, é fundamental que os pacientes com asma mantenham o tratamento recomendado pela médico, mesmo quando não apresentam sintomas.

Uma boa dica é manter sempre uma "bombinha" extra por perto, de forma a que possa ser utilizada em momentos de crise ou emergência.

Olha ai 4 dicas para ajudar o paciente de asma na crise:

  1. Acalmar o indivíduo e colocá-lo numa posição confortável;
  2. Colocar a vítima sentada e ligeiramente inclinada para a frente com os cotovelos repousados nas costas de uma cadeira.
  3. Verificar se a vítima utiliza algum remédio, ou bombinha, para asma e dar-lhe o medicamento;
  4. Chamar uma ambulância, ligando o 192, caso a vítima não respire normalmente depois de 4 minutos.

Editado
por Daniela Souto, fisioterapeuta e profissional de Educação Fisica, que escreve no  Faça Fisioterapia, no blog da Educação Fisicaa e atua pela Fisioquality 


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