quarta-feira, 14 de abril de 2010

Avaliação da asma infantil


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Como é do conhecimento geral, na asma da criança jovem não só o diagnóstico é difícil como é difícil a aplicação de técnicas de investigação através dos estudos de hiperreactividade brônquica, e a validação dos resultados quando estas são possíveis. Efectivamente, a dose adequada de histamina ou mesmo do antigénio, e as dificuldades
técnicas de medição da mecânica pulmonar – resposta brônquica – continuam a manter a controvérsia, nas crianças pequenas, à volta da hiperreactividade e do seu possível decréscimo com a progressão da idade. A concretizar-se esta, seria um excelente meio de diagnóstico, avaliação de gravidade, eficácia terapêutica e prognóstico da asma nas crianças de menor idade.

Para os Pediatras que lidam com crianças com "pieira" ou "sibilância", mais importante do que definir asma infantil numa base fisiopatológica, é admitir a possibilidade desse
diagnóstico, excluídos outros.

Colher dados da história familiar e pessoal e dos factores de risco é imprescindível: Entre outros, na idade escolar:

- asma nos progenitores
- eczema
- sibilância/pieira sem infecção viral
- vários episódios de pieira
- nas pré-escolares, o início dos sintomas
- rinite
- eosinofilia
- prematuridade

Nas crianças mais pequenas, são importantes sobretudo os dados da história perinatal, pessoal e familiar. De realçar a importância e as consequências a longo termo,
no lactente, da infecção das vias aéreas inferiores acompanhadas de sibilância – bronquiolites – muito embora não exista ainda consenso acerca dos factores de risco invocados para as idades seguintes.

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